Quando um teto incerto se mistura
Com um parapeito estreito.
Pouco sabe ela da presa
Ou muito entende e tenta se livrar.
Deixa cair o orgulho, mulher.
Num momento espera por resposta
Pífia, que a venha, solicita
Uma pergunta que se aplica sem questão.
Não há voz que se solte
Nem lamento que crucifique um perdão.
Não procura preocupação
Livre, nem um pouco ostra
Se deixa entrar e sair um canhão.
Que dó lhe ampara os importunos
Esquece-a de vista, e caminha.
Que medo, aquele que escapa
Que vergonha, aquela que sobra
Rompidas as duas mãos.
Simples manifesta um gesto
Ou difícil lhe agrada um empurrão.
Que mate, demônio.
